Avanços da Biônica

 

Biônica: aplicação de conhecimentos da Biologia como solução de problemas através da Engenharia. Confuso, não? Mas é isto mesmo, a Biônica explora as possibilidades da natureza através do estudo das Ciências Naturais e aplica estes conhecimentos na Engenharia, para solucionar problemas da nossa sociedade. Como? Temos exemplos fantásticos desta técnica, principalmente aplicadas ao ser humano, que permitiram uma vida melhor para muitas pessoas, como a prótese para cérebro, o ouvido biônico, o braço e mão biônicos, as células artificiais, entre muitos outros.

Uma das novidades da Biônica é sua inserção na automação industrial. Um exemplo de inovação neste cenário são os estudos e criações da Festo, empresa especializada em produtividade e competitividade dos seus clientes em automação de fábrica e processo.

A automação realiza tarefas cotidianas em fábricas , como segurar, mover e posicionar mercadorias, além de técnicas de controle. A natureza realiza todas estas tarefas instintivamente, de modo eficiente. A Festo, inspirada em aprender com os fenômenos naturais, configurou o Learning Network Bionic , uma rede de pesquisa que a aproxima de universidades renomadas, institutos, empresas de desenvolvimento e inventores privados.

Uma criação fascinante da empresa são as eMotionButterflies, borboletas biônicas, desenvolvidas através da combinação ultraleve de insetos artificiais com o comportamento de voo livre de colisões. As eMotionButterflies fazem uso de um sistema de orientação e de monitorização, que podem ser utilizados na fábrica de rede do futuro.

Confira o Vídeo das eMotionButterflies

Como fazer mais com menos?

 

A Full Engenharia tem se empenhado dia a dia para oferecer soluções com rendimento excelente à seus clientes. O desafio da engenharia é sempre otimizar, “fazer mais com menos, é uma das frases recorrentes no contexto da engenharia bem feita”, diz Pedro, coordenador de engenharia da Full em uma entrevista sobre um case de sucesso sobre redução de custos.

Tempo, pressão e know how, foram pontos destacados por Pedro que podem influenciar na hora de prestar serviços em engenharia. Os clientes às vezes pedem que os projetos sejam entregues em um tempo curto, o que impede o bom estudo do trabalho. Mas é nosso dever indicar ao cliente que muitas vezes precisamos de mais tempo para oferecermos uma engenharia otimizada e soluções eficazes. No case citado, Reengenharia dos Silos, a Full foi solicitada para reduzir o peso da estrutura metálica dos silos de clínquer e homogeneização. Nosso cliente já havia feito o projeto com outra empresa, porém, levantaram a hipótese de que o projeto poderia ser otimizado. Aqui, o tempo foi essencial para que nosso calculista identificasse que a taxa de utilização dos perfis modelados estava muito baixa.

A pressão nunca deixará de existir e é um desafio para engenheiros saberem lidar com ela, para que não os impeçam de fazer um ótimo trabalho. Já o know how, acentuado por Pedro, é uma “obrigação” do prestador do serviço. Atualmente muitas empresas de engenharia oferecem serviços sem inovação ou sem explorar as possibilidades. Todo engenheiro deve buscar sempre pelo mais e pelo melhor e ter consciência de seu conhecimento e formação em engenharia, afinal já existe muito do mesmo, precisamos mais do novo.

No link abaixo você pode conferir mais sobre o projeto de Reengenharia dos Silos. Veja valores da redução da estrutura e os objetivos alcançados.

CASE: Reengenharia dos Silos

Quem nunca se perguntou sobre o futuro?

Há anos vivemos diversas transformações tecnológicas que implicam em mudanças no nosso cotidiano. Quando pensamos que poderíamos ter eletricidade? Que seria possível voar? Que assistiríamos à uma imagem colorida? Ou que poderíamos descobrir doenças por trás da pele? Que pagaríamos com um cartão magnético? Ou ainda, que nos comunicaríamos com o outro lado do mundo de modo instantâneo? Mil coisas que nunca imaginamos viver sem elas.

Com a visão futurística o mundo pede mais. A cada ano cientistas, inventores e estudiosos buscam incansavelmente pelo novo, pelo futuro. Podemos imaginá-lo?

O advento da internet foi um marco mundial de transformação. Interligando pessoas de todos os países, ela tem espaço significativo no dia a dia das pessoas. E se, nosso cotidiano fosse todo interligado? Não só pessoas, mas objetos. Seu carro, sua geladeira, a luz da sua casa, suas roupas, até seus sapatos. Esta é a motivação da Internet of Things – Internet das coisas.

Em 1991 iniciou-se a discussão sobre a conexão de objetos, quando a conexão a Internet começou a ser acessível. Bill Joy, cofundador da Sun Microsystems, foi a cabeça pensante por de trás da ideia de conectar várias redes e dispositivos. Foi em 1999 que Kevin Ashton, do MIT, propôs o termo “Internet das Coisas” após dez anos de estudo e projetos.

A Internet das coisas é uma revolução tecnológica que representa o futuro da computação e da comunicação e cujo desenvolvimento depende da inovação técnica de sensores wireless e da nanotecnologia. O intuito é criar uma interligação entre objetos inteligentes. Com um exemplo simples podemos ilustrar o futuro com a Internet das Coisas:

“Você está saindo de casa para uma viajem, já trancou as portas através do seu celular que possuí um aplicativo de gerenciamento de sua casa, que é integrado às trancas de sua casa. Você acabou de ligar o carro para sair. Mas espere! Seu celular apitou e alertou para uma luz que você deixou acesa. Do seu próprio celular você apaga e segue viagem. Após horas na estrada, chaga a uma cidade a noite para lanchar em um lugar identificado pelo seu GPS. Está frio e suas roupas inteligentes detectam o clima e as tornam aptas a ele.”

A Muralha da China é a única obra humana que pode ser vista do espaço, a olho nu?

Existem várias curiosidades e especulações que rodeiam a grande Muralha. Construída em 221 a.C., ela chama atenção do mundo até hoje por seus 8.850 quilômetros, por sua história e por sua beleza, que a fez uma das Novas Sete Maravilhas.

Os chineses ergueram os muros para se protegerem das invasões dos povos do norte. Construíram a muralha com tijolos resistentes, com barro aquecido a 1.150 ºC. Estima-se que cerca de 80% dos camponeses que fizeram parte da grande obra morreram durante o trabalho, devido as condições precárias, a fome e o frio. Além de muros, a muralha compreende elementos como portas, torres de vigilância e fortes. As torres serviam também como depósitos de mantimentos e abrigo para militares e a comunicação entre elas era feita através de fumaça preta, emitida pela queima de esterco misturado com palha. Em 1972, Gene Cernan, um astronauta americano, voltou da missão de Apollo 17, afirmando que podia ver, a olho nu, a Muralha da China em órbita, a 320 quilômetro da Terra. Assim confirmou-se um mito que há muito já era popular. Porém, por ironia do destino, foi mesmo um chinês que desmentiu esta história. O astronauta Yang Liwei embarcou na espaçonave Shenzhou 5 para dar 14 voltas ao redor do planeta, em 2003, e procurou bastante pela muralha lá de cima. A verdade se espalhou e o governo chinês viu-se obrigado a retirar das cartilhas escolares a informação disseminada por Cernan, que provavelmente só avistou a muralha com um incrível instrumento óptico.

Por trás da identidade do Grupo Full

De cara nova

Há alguns meses o Grupo Full passou por algumas transformações visuais. Em julho de 2015, o Grupo ganhou um novo logotipo que reflete o que somos hoje. Confira!

Cor Azul: Além de remeter ao histórico de cores dos antigos logotipos da Full Engenharia, a cor azul representa segurança, confiança e lógica.

Forma Retangular: Representa solidez, equilíbrio e uniformidade.

Transparência: Remete à modernidade e sofisticação.

Formação: O novo logotipo do Grupo Full é formado por três letras: F de Full, E de Engenharia e G de Grupo.

Como o Grupo Full surgiu da união entre a Full Engenharia, a Full Technology, a Full University e a Full Energy, o logotipo tem agora a assinatura Grupo Full, e não mais Full Engenharia. Veja a evolução: