Quem nunca se perguntou sobre o futuro?

Há anos vivemos diversas transformações tecnológicas que implicam em mudanças no nosso cotidiano. Quando pensamos que poderíamos ter eletricidade? Que seria possível voar? Que assistiríamos à uma imagem colorida? Ou que poderíamos descobrir doenças por trás da pele? Que pagaríamos com um cartão magnético? Ou ainda, que nos comunicaríamos com o outro lado do mundo de modo instantâneo? Mil coisas que nunca imaginamos viver sem elas.

Com a visão futurística o mundo pede mais. A cada ano cientistas, inventores e estudiosos buscam incansavelmente pelo novo, pelo futuro. Podemos imaginá-lo?

O advento da internet foi um marco mundial de transformação. Interligando pessoas de todos os países, ela tem espaço significativo no dia a dia das pessoas. E se, nosso cotidiano fosse todo interligado? Não só pessoas, mas objetos. Seu carro, sua geladeira, a luz da sua casa, suas roupas, até seus sapatos. Esta é a motivação da Internet of Things – Internet das coisas.

Em 1991 iniciou-se a discussão sobre a conexão de objetos, quando a conexão a Internet começou a ser acessível. Bill Joy, cofundador da Sun Microsystems, foi a cabeça pensante por de trás da ideia de conectar várias redes e dispositivos. Foi em 1999 que Kevin Ashton, do MIT, propôs o termo “Internet das Coisas” após dez anos de estudo e projetos.

A Internet das coisas é uma revolução tecnológica que representa o futuro da computação e da comunicação e cujo desenvolvimento depende da inovação técnica de sensores wireless e da nanotecnologia. O intuito é criar uma interligação entre objetos inteligentes. Com um exemplo simples podemos ilustrar o futuro com a Internet das Coisas:

“Você está saindo de casa para uma viajem, já trancou as portas através do seu celular que possuí um aplicativo de gerenciamento de sua casa, que é integrado às trancas de sua casa. Você acabou de ligar o carro para sair. Mas espere! Seu celular apitou e alertou para uma luz que você deixou acesa. Do seu próprio celular você apaga e segue viagem. Após horas na estrada, chaga a uma cidade a noite para lanchar em um lugar identificado pelo seu GPS. Está frio e suas roupas inteligentes detectam o clima e as tornam aptas a ele.”